sexta-feira, 21 de outubro de 2016

FÓRUM PREVIDENCIÁRIO DISCUTIU RPPS EM PORTO VELHO


Quase 200 pessoas participaram da palestra de abertura do II Fórum Previdenciário
Trabalhar  com o Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) é sinônimo de constante atualização e capacitação, visando o acompanhamento e  aplicação das leis previdenciárias, em especial,  as que envolvem concessões de pensões e aposentadorias. 
Em função disso, um grande número de pessoas se inscreveram para o II Fórum de Previdência, que o IPERON promoveu em setembro e que reuniu nomes importantes do cenário nacional na matéria  previdenciária, momento em que se discutiu a legislação e outros assuntos pertinentes.


Doutor em Direito Público pela Universidade dos Estado do Rio de Janeiro e  mestre em Direito Previdenciário, entre outros títulos, Fábio Zambitte Ibrahim fez a abertura do II Fórum, com uma  palestra  sobre  o Regime Constitucional da Previdência dos Servidores – Atualidades e Perspectivas de Mudança.

Fábio Zambitte foi homenageado pelo Iperon 


Allex Albert é da Receita Federal

Avaliação Atuarial sob a ótica da sustentabilidade: estudos e proposições de reformas previdenciárias, este  foi o tema da palestra apresentada por Allex Albert Rodrigues, auditor da Receita Federal e coordenador geral de Auditoria, Atuária, Contabilidade e Investimentos do Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público, da Secretaria de Políticas de Previdência Social do Ministério da Previdência, que também falou sobre as discussões sobre a reforma previdenciária que está em curso no país.



Leonardo Silva falou sobre Legislação





Para discorrer Para discorrer sobre Competência Legislativa para Aposentadorias Especial e do Servidor Deficiente, o IPERON convidou  Leonardo da Silva Motta, coordenador geral  de Normatização e Acompanhamento Legal do Departamento dos Regimes de Previdência do Serviço Público do Ministério da Previdência, que destacou as aposentadorias  especiais e procedimentos para aposentadorias para servidores em  atividades de riscos e expostos a materiais nocivos.






Os médicos Paulo Coelho e Fernando Tristão, representante do Iperon

A questão da saúde do servidor tem gerado muita preocupação aos gestores quanto a sustentabilidade financeira da previdência, em função disso o tema foi discutido no II Fórum e para discorrer sobre ele, o Instituto convidou o médico Paulo César  Albuquerque Coelho, que desenvolve um projeto junto ao Departamento de Saúde Ocupacional na Prefeitura de Curitiba, cujo  objetivo é a extinção a reabilitação ocupacional, promovendo melhor a saúde do trabalhador, prevenindo as doenças e garantindo que o  trabalhador permaneça com a saúde necessária para desempenhar a função para a qual foi contratado.




O equilíbrio atuarial é a garantia de equivalência, a valor presente, entre o fluxo das receitas estimadas e das obrigações projetadas e  apuradas atuarialmente a longo prazo.  Sob o entendimento deste conceito, Wilson Xavier dos Santos e Adelina Maria Martins Bazzo, atuários da Caixa Econômica Federal em Brasília, palestraram para o público participante do II Fórum Previdenciário. Eles salientaram que para manter a saúde financeira, o instituto rondoniense precisa ter como meta atuarial a política de investimentos, certificar .

Adelina  Martins Bazzo e Wilson  Xavier dos Santos, atuários da CEF de Brasília
Magadar Costa Briguet    especialista em Direito pela USP, ex-procuradora do Município de São Paulo,  Consultora Jurídica da Associação - Autora do livro: "PREVIDÊNCIA SOCIAL: Aspectos Práticos e Doutrinários dos Regimes Jurídicos Próprios" Paulista de Entidades de Previdência Municipal (APREPEM e ABIPEM) foi a palestrante responsável pelo encerramento  da segunda edição do Fórum Previdenciário e pôde fazer uma extensa exposição sobre o a aspectos  práticos e doutrinadores dos Regimes Jurídicos Próprios, com a intensa participação da platéia.  

Magadar  Briguet fez o encerramento do II Fórum
Fotos: Iperon e Secom

FÓRUM PREVIDENCIÁRIO DISCUTIU RPPS EM PORTO VELHO


Quase 200 pessoas participaram da palestra de abertura do II Fórum Previdenciário
Trabalhar  com o Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) é sinônimo de constante atualização e capacitação, visando o acompanhamento e  aplicação das leis previdenciárias, em especial,  as que envolvem concessões de pensões e aposentadorias. 
Em função disso, um grande número de pessoas se inscreveram para o II Fórum de Previdência, que o IPERON promoveu em setembro e que reuniu nomes importantes do cenário nacional na matéria  previdenciária, momento em que se discutiu a legislação e outros assuntos pertinentes.


Doutor em Direito Público pela Universidade dos Estado do Rio de Janeiro e  mestre em Direito Previdenciário, entre outros títulos, Fábio Zambitte Ibrahim fez a abertura do II Fórum, com uma  palestra  sobre  o Regime Constitucional da Previdência dos Servidores – Atualidades e Perspectivas de Mudança.

Fábio Zambitte foi homenageado pelo Iperon 


Allex Albert é da Receita Federal

Avaliação Atuarial sob a ótica da sustentabilidade: estudos e proposições de reformas previdenciárias, este  foi o tema da palestra apresentada por Allex Albert Rodrigues, auditor da Receita Federal e coordenador geral de Auditoria, Atuária, Contabilidade e Investimentos do Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público, da Secretaria de Políticas de Previdência Social do Ministério da Previdência, que também falou sobre as discussões sobre a reforma previdenciária que está em curso no país.



Leonardo Silva falou sobre Legislação





Para discorrer Para discorrer sobre Competência Legislativa para Aposentadorias Especial e do Servidor Deficiente, o IPERON convidou  Leonardo da Silva Motta, coordenador geral  de Normatização e Acompanhamento Legal do Departamento dos Regimes de Previdência do Serviço Público do Ministério da Previdência, que destacou as aposentadorias  especiais e procedimentos para aposentadorias para servidores em  atividades de riscos e expostos a materiais nocivos.






Os médicos Paulo Coelho e Fernando Tristão, representante do Iperon

A questão da saúde do servidor tem gerado muita preocupação aos gestores quanto a sustentabilidade financeira da previdência, em função disso o tema foi discutido no II Fórum e para discorrer sobre ele, o Instituto convidou o médico Paulo César  Albuquerque Coelho, que desenvolve um projeto junto ao Departamento de Saúde Ocupacional na Prefeitura de Curitiba, cujo  objetivo é a extinção a reabilitação ocupacional, promovendo melhor a saúde do trabalhador, prevenindo as doenças e garantindo que o  trabalhador permaneça com a saúde necessária para desempenhar a função para a qual foi contratado.




O equilíbrio atuarial é a garantia de equivalência, a valor presente, entre o fluxo das receitas estimadas e das obrigações projetadas e  apuradas atuarialmente a longo prazo.  Sob o entendimento deste conceito, Wilson Xavier dos Santos e Adelina Maria Martins Bazzo, atuários da Caixa Econômica Federal em Brasília, palestraram para o público participante do II Fórum Previdenciário. Eles salientaram que para manter a saúde financeira, o instituto rondoniense precisa ter como meta atuarial a política de investimentos, certificar .

Adelina  Martins Bazzo e Wilson  Xavier dos Santos, atuários da CEF de Brasília
Magadar Costa Briguet    especialista em Direito pela USP, ex-procuradora do Município de São Paulo,  Consultora Jurídica da Associação - Autora do livro: "PREVIDÊNCIA SOCIAL: Aspectos Práticos e Doutrinários dos Regimes Jurídicos Próprios" Paulista de Entidades de Previdência Municipal (APREPEM e ABIPEM) foi a palestrante responsável pelo encerramento  da segunda edição do Fórum Previdenciário e pôde fazer uma extensa exposição sobre o a aspectos  práticos e doutrinadores dos Regimes Jurídicos Próprios, com a intensa participação da platéia.  

Magadar  Briguet fez o encerramento do II Fórum
Fotos: Iperon e Secom

terça-feira, 8 de setembro de 2015

DE VOLTA A PORTO VELHO, MARIA ANTÔNIA APRESENTA SEUS TRABALHOS


Depois de passar 12 anos no Rio de Janeiro, a artista plástica Maria Antônia retorna à terra com novos trabalhos.

A composição de cores que ela usa é alegre, pra cima e passa a ideia de uma pessoa feliz. Assim são os trabalhos de Maria Antônia, uma artista plástica que descobriu o amor pela pintura depois de uma vida toda entregue ao Magistério. Neste final de semana ela recebeu em casa amigos antigos, novos e outros que ainda nem eram amigos para um Café com Arte, um evento criado por ela mesma para mostrar ao público o seu trabalho.
Antônia partiu para uma nova profissão aos 52 anos, quando encerrou suas atividades como professora de Ciências. Nos 35 anos de sala de aula, passou por praticamente todas as escolas de Porto Velho, ao aposentar-se fazia parte do quadro de professores da Escola John Kennedy, na rua Salgado Filho. Decidiu passar uma temporada em São Paulo, em companhia dos filhos que lá estudavam e ao perceber o burburinho da cultura paulistana lembrou-se de sua habilidade em desenhar, mas não acreditou que pudesse retomar aos lápis e papeis. O incentivo da filha Márcia, que já ensaiava os primeiros passos nas Artes Plásticas foi fundamental.
Maria Antônia conta que muito apreensiva foi fazer um curso com um artista contratado pelo Metrô em 1991 ,na Estação Marechal Deodoro. “Milhares de pessoas passavam por  ali todos os dias e tínhamos que fazer nossas atividades  do curso a vista de todos”. Segundo ela, o professor Gontran Guanaes Netto dizia a todos que era importante estarem na presença de tantas pessoas, pois seria bom para o desenvolvimento futuro. Ali, em pleno espaço público foi a primeira escola de artes de Antônia e de tantos outros, era o atelier do povo brasileiro.  O resultado foi que ela gostou e a partir dai passou a prática de uma nova profissão.
           
A artista diz, que muitas vezes recebe críticas por não dar continuidade a uma linha de trabalho. “Estou sempre mudando, pinto aquilo que vem na minha mente e não me importo com uma técnica única”, desabafa. “Muitos reclamam que acrescento elementos ao abstrato, mas faço isso propositadamente”, declara.  Desde o início optou por trabalhar com tinta acrílica, que não faz mal a sua saúde.
Ela conta que durante o curso acompanhou alguns artistas por pelo menos três exposições na grande São Paulo. Depois retornou a Porto Velho, onde teve oportunidade de participar de algumas mostras coletivas e na primeira exposição individual marcada para acontecer na Casa de Cultura Ivan Marrocos teve que ceder o espaço para um artista chileno. Agora 12 anos mais tarde, depois de ter morado no Rio de Janeiro, onde o espaço para o artista é mais difícil do que se imagina e  de uma exposição individual no Congresso Nacional, eis que mais uma vez Maria Antônia chega a terrinha com novas metas: “criar sempre, pois isso me faz muito bem e apresentar meu trabalho para as pessoas”.  Além  disso, ela quer mostrar que há muito que se fazer no pós aposentadoria.
 
Sábado, Antônia recebeu amigos para uma sessão especial: Café com Arte
 
Maria Antônia conta como tudo começou

Café com Arte para os amigos novos e antigos



A temática da Amazônia nunca abandonou a artista
Casa enamorado e a vida no interior

Cenas de enchentes no Rio Madeira, o inverno do ribeirinho


segunda-feira, 22 de junho de 2015

O PRANTO DA CASTANHEIRA

Castanheiras nativas no bairro Planalto II, em Porto Velho
Hoje conheci  três castanheiras que estão fincadas a uns cinco mil metros de casa. Foi o mais próximo que já vi, a outra que conheço aqui na cidade é a do bairro Castanheira, em frente ao Estádio de Futebol Aluizio  Ferreira. Infelizmente as três estão com os dias contados.
As magnificas árvores estão numa área denominada de Planalto II, “loteamento” próximo a avenida Calama,  seguindo viagem depois do 4 de Janeiro.
As árvores, como já disse, estão com os dias contados. Moradores estão movendo céu e terra para derrubá-las. De modo geral, já virou resposta pronta, eles alegam que as castanheiras são perigosas para os moradores,  porque na época que estiverem carregadas de frutos, os ouriços podem cair sobre as pessoas, sobre as casas ou alegam que por ocasião dos vendavais elas se dobram tanto, que podem desabar sobre algumas moradias. Dizem ainda que elas, ou pelo menos uma,  está no meio da rua.
Pessoalmente acho a castanheira uma das árvores mais lindas da natureza e penso ser um crime derrubá-las, mesmo com autorização legal, as pessoas dizem que vão plantar outras mudas, só não se sabe onde,  nem quando e muito menos se as mesmas vão sobreviver e chegar ao patamar das que estão para ser derrubadas.
Os últimos dias de uma árvore centenária
Tenho algumas considerações a fazer, esclareço que não sou ambientalista de carteirinha, minha linha é da racionalidade e da prática,  mas vamos lá.... Sabemos que a cidade precisa crescer  e que muitas pessoas precisam de moradias. Mas por que não se abriu ruas na localidade dando chances de vida às castanheiras? Houvesse um planejamento, creio que as áreas onde estão as três árvores poderiam ser isoladas, mantendo-se uma distancia segura das moradias. Agora não, a pessoa constrói embaixo da árvore, rasga uma rua onde a planta está há centenas de anos e depois alega que a árvore é perigosa. Faça-me o favor ....
Toda a área foi desmatada, o solo perfurado para se construir as bases das casas, além dos poços e fossas que foram cavados em toda a região, desprotegida em seu habitat natural, é claro que a árvore com uma quantidade enorme de metros de altura se  movimente ameaçadoramente mediante uma ventania mais forte. Abaram com o equilíbrio natural.
Nos próximos dias será a hora do adeus a grande castanheira e as companheiras menores. Hoje, sabe-se dessas três representantes da espécie que foram mantidas, mas sabe Deus quantas não foram covardemente derrubadas para que o loteamento fosse iniciado. Pior é que se sabe há outros Planaltos sendo criados e outras castanheiras sendo destruídas.  Ficam aqui meu lamento e minha  indignação.





domingo, 8 de fevereiro de 2015

MÚSICA NA FEIRA

MÚSICOS FAZEM APRESENTAÇÃO NA FEIRA 

Família aceita convites para igrejas, shows, exposições agropecuárias e aniversários, entre outros. 
Os pequenos músicos levam o trabalho a sério 
Toda quarta-feira um grupo musical formado pelos irmãos Ramalho Crespo se apresenta na feira do 4 de Janeiro. A turma chegou de mansinho e já tem lugar cativo e um público fiel para os aplausos.
São eles Eliel de 12 anos, que comanda os movimentos do acordeom, Sandriely de 10 e Gemima de 7, as duas dominam as  cordas. Mas há  ainda Carluisa  e Maria Lorena de 4 e de 2 anos,  para quem são reservados pandeiro e chocalhos. O quinteto toca e canta músicas gospel,  sertanejo e muita moda e em português em portunhol. O pai é chileno e até recentemente a moradia da família era em Costa Marques, bem na fronteira com a Bolívia, por isso a facilidade do portunhol explica a mãe dos músicos, Sandra Ramalho Crespo.
A aptidão das crianças é natural. Por ser músico, o pai desde cedo começou a ensinar os filhos a tocarem instrumentos. E para não perder tempo já iniciou o mesmo processo com as pequeninas. “Por enquanto, quem está isento de tocar é o caçula que ainda está sendo amamentado pela mãe.
Para  os interessados em contratá-los, o telefone para contato é o 9327-3442 e 9202-6119. A família aceita convites para shows, apresentações em igrejas, aniversários e outros eventos. A propósito, todos são membros da Igreja Wesleyana, e segundo a mãe, já têm suas próprias composições.


Gemima  tem 7 anos, além do violão toca teclado.

Sandriely, de 10 anos, diz que gosta do que faz.

Elyel, de 12 anos, é o especialista no acordeom 

Vilhena abre concursos para residências médica e multiprofissional

Inscrições  vão até quarta (11 de fev)



Estão abertas as inscrições para o processo de seleção de  residência para o Hospital Regional de Vilhena. Estão sendo oferecidas vagas nas  áreas de Obstetrícia, Urgência e Trauma e Saúde da Família. Para a Residência Multiprofissional são 24 vagas nas áreas de Enfermagem, Fisioterapia, Psicologia, Farmácia e Serviço Social. Para Residência Médica são quatro vagas, todas em Medicina da Família e Comunidade, que vai especializar profissionais para atuarem no Programa Saúde da Família (PSF).
O prazo para inscrição termina no dia 11 de fevereiro, quando também será realizada a prova. Os alunos selecionados farão a especialização em dois anos. O Ministério da Saúde oferece uma bolsa no valor de R$ 2.907,00.  Este é o primeiro concurso para residência realizado em Vilhena, informou o secretário de Saúde Vivaldo Carneiro. Segundo ele, Vilhena está habilitada a implantar sua primeira faculdade de Medicina. Será aceita a instituição que vencer a licitação, já em andamento. O município de acordo com o secretário, é um dos 39 do Brasil que recebeu o aval do Ministério da Educação para ter uma escola de Medicina.

Outras informações poderão ser obtidas através dos  seguintes números:  (69) 3322-6512, 3321-4338 ou diretamente na Secretaria Municipal de Saúde de Vilhena. 

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

ATÉ QUE ENFIM CHEGOU O DIA DE CONHECER OS SEGREDOS DE BOREAL

Livro de contos do jornalista será lançado na noite desta quinta-feira na Leitura, no Porto Velho Shopping


Boreal é como um príncipe, que conquistou fama mesmo antes de nascer. O pai, marinheiro de primeira viagem  e como não poderia deixar de ser, é um coruja com todas as qualificações possíveis. Finalmente o trabalho de parto está chegando ao fim. Com muito cuidado pude manusear as  páginas do livro de Emerson Medellín, na tarde desta terça-feira, dois dias antes do grande lançamento.

O jornalista Emerson Medellín - um novo percurso: das reportagens aos contos
A beleza do livro está na simplicidade  das estórias contadas pelo autor, temas sempre baseados em alguma vivência, seja dele, de um amigo ou simplesmente recolhida entre os retalhos de reportagens por ele realizadas.  O linguajar presente no nosso dia a dia. O mistério existente é a própria sobrevivência de homens, mulheres e crianças que ao longo dos trinta e oito contos se deixam desvendar, sendo descobertos os seus segredos.
Aliás, o livro escrito em 2010, foi resultado de desabafos, angustias e alegrias. Conta ele, “as pessoas vinham a mim contavam coisas, eu gostaria muito de ajuda-las, mas na maioria das vezes  estavam muito além da minha capacidade. E já que eu não podia solucioná-las, que tal também um desabafo escrevendo aquelas  curtas histórias?”. O resultado foi que o repórter começou a escrever e de repente tinha material para um livro. Surgiu então o projeto experimental que hoje se chama Boreal. Outros trabalhos estão a caminho  e com  promessa de vida longa.
O livro será lançado nesta quinta-feira (25 de setembro de 2014) na Livraria Leitura, no Porto Velho Shopping. A Leitura está entre os parceiros que foram fundamentais para a existência de Boreal, confidencia o escritor Medellín. Segundo ele a Livraria quer manter seus livros na maioria dos 50 pontos de vendas que tem espalhados em todo o país, especialmente nas principais cidades.  “Colocar o livro ao alcance do leitor é uma vitória fantástica”, comemora Medellín, que sabe da dificuldade que todos os autores enfrentam para apresentar seu  trabalho à sociedade. Em função disso, a tiragem de dois mil exemplares será ampliada em breve. Na capital rondoniense, além da Leitura, a Livraria Exclusiva – lojas da Avenida Carlos Gomes e Aeroporto  também estarão efetuando a venda. O preço do livro é de R$ 20,00. Para remessa para outras localidades o valor é de R$ 30,00.
O futuro também reserva um fato inédito na vida de Boreal. A obra será traduzida para o espanhol e estará a disposição a partir de 2015, provavelmente no segundo semestre. O professor Toney de Santana é o responsável pela versão em espanhol.
A Editora Formato, de Minas Gerais, fez a produção gráfica de Boreal. “Esta também foi uma pareceria incrível, que teve início muito recentemente, mas que também foi fundamental.  Eles trataram meu trabalho com muito carinho e isso conta muito”, acrescenta Emerson Medellín.
A programação visual ficou a cargo de Viktor Navorsky, a revisão foi feita por Nilva Medeiros e as ilustrações são de autoria  do peruano Ruben Condon e do jornalista Fernando Caetano. A produção da capa ficou por conta de Fabiano Coutinho, que trabalhou uma fotografia do próprio autor, que se identifica como cidadão amazônico, nascido nas cercanias de Jaci Paraná, até então zona rural de Porto Velho, que hoje, aos 31 anos declara estar realizando não um sonho, mas um desejo de muitos anos.



quinta-feira, 14 de agosto de 2014

EMERSON MEDELLIN PREPARA LANÇAMENTO DE BOREAL

Esta é a capa do livro do jornalista Emerson , que será lançado em setembro  



   Boreal  promete  uma prazerosa leitura


Conflitos da vida humana, este é um dos pilares do primeiro livro do jornalista  Emerson Barbosa, que passa a assinar o sobrenome dos avós Medellin,  que está no prelo. O lançamento está previsto para o final do próximo mês, na livraria Leitura, no Porto Velho Shopping.  
Nas páginas de seu Boreal, o autor busca confrontar o leitor consigo mesmo. As histórias  se baseiam numa espécie de caráter evolutivo, deixando o leitor frente a frente com fatos que podem  fazer parte do seu cotidiano. “Cada história é uma necessidade humana, do corpo clamando a alma. Uma briga constante entre a forma fixa da mente ao pedido negado, ou o pedido forçado a se tornar passado por pura vaidade”, enfatiza o jornalista, Emerson.
Os primeiros escritos para Boreal tiveram início  em 2010,mas ficou por conta do próprio autor engavetado a espera de um momento oportuno para ser divulgado. “Como na vida tudo tem um tempo para acontecer, assim ocorreu com a publicação desse inscrito. Mostrei para um amigo ligado à cultura, que encheu a minha “bola”. Colocou na minha cabeça que eu deveria publicar, confiou eu confiei no trabalho dele. O autor também ressaltou ainda, que se baseou em outros escritores, como a Cátina Cernov (Amazônia em Chamas - 2010), além do professor doutor, Alberto Lins Caldas (Babel), inspiração cativa, destaca o jornalista.
Segundo o próprio autor, o título da obra  surgiu pela admiração que ele tem sobre o fenômeno da Aurora Boreal, que ocorre nas regiões polares do Norte do Planeta terra. Nome atribuído pelo cientista Galileu Galilei, no ano de 1619, por conta da deusa do amanhecer, Aurora, e de seus filhos, Bóreas.

Então fica combinado: setembro é mês de lançamento não apenas de um novo livro, mas de um novo escriba, que promete muitas outras publicações. 

quinta-feira, 17 de julho de 2014

O SONHO DA CASA PRÓPRIA PRESTES A SER REALIDADE


Eu não consegui, mas fico feliz por ver pessoas hoje realizando o grande sonho de uma moradia própria com parcelamento dentro da realidade do assalariado, aposentado e pensionista. 

Tempos atrás eu precisava muito de um imóvel para chamar de meu. Só não ia atrás de invasões porque morria de medo das consequências. Mas onde dissessem que havia inscrição para a casa própria, lá estava eu.
Assim foi que fiz   uma inscrição na Emdur (Empresa de Desenvolvimento Urbano de Porto Velho), não lembro quem era seu presidente ou o prefeito da capital, fato é que preenchi fichas  e cheguei a sonhar em morar naquele, que mais tarde seria um condomínio em frente ao  Hospital de Base. Na época não existia nada, somente a promessa de que ali seria construído um condomínio destinado aos servidores públicos. Acreditei com  todas as minhas forças.
Anos se passaram e as promessas também. Mas nunca esqueci. Mais tarde os prédios foram erguidos e os funcionários públicos  parece que foram esquecidos. Nunca soube de alguém que tivesse feito a inscrição na Emdur e que tivesse sido beneficiado com um imóvel naquele lugar. 
O preâmbulo é para ilustrar algo que vem ocorrendo agora. Tudo bem que aqui em Porto Velho ninguém recebeu as chaves das moradias do  Minha Casa Minha Vida. Mas parece que o sonho de muitas pessoas está próximo de se tornar realidade. E digo realidade porque conheço pelo menos duas famílias agraciadas com o benefício da nova moradia. Diferente do episódio descrito anteriormente.
Hoje conheci Maria de Lourdes da Silva. Emocionada ela foi agradecer ao governador Confúcio Moura a oportunidade de sonhar com a casa própria. Ela é uma das centenas de felizardos que vão deixar o aluguel e morar em uma construção padrão, onde tudo é simples mas promete dignidade.
D. Lourdes Silva se apresentou ao chefe do Executivo Estadual, Confucio Moura e declarou que está muito feliz por ter sido contemplada, disse a ele que finalmente terá um canto do qual ninguém poderá tirá-la  contra a sua própria vontade. "Foi lindo ouvir o meu nome no sorteio". (Foto: Daiane Mendonça)

Pensei, como teria sido feliz se lá pelas bandas de mil novecentos e bolinha tivesse sido contemplada com uma casa própria com prestações que cabiam no bolso e ficasse livre do aluguel?
De fato, este é um sonho do brasileiro. Ou mesmo de todo homem: Ter um chão seu, uma terra própria, onde possa pisar sem medo  de ser expulso, despejado, desalojado ou desapropriado.
Das pessoas que conheço, uma mulher de meia idade, três filhas e muito esforço para ganhar a vida espera começar 2015 com o sonho da casa própria concretizado. Dizem que falta pouco, talvez um s quatro ou cinco meses.  O outro é um homem  de mais de 80 anos, portador de Alzheimer, que mora com os filhos, mas não dispõe de um pequeno conforto de ter um quarto só para si. Vive na sala, por onde passa toda a movimentação da família e finalmente, se tudo der certo, vai ter um espaço próprio para desfilar suas esparsas lembranças.
Realmente este é um sonho de muita gente, mas poucas pessoas podem de fato realizá-lo. O que se espera é que   em breve as chaves desses pequenos castelos possam estar nas mãos de seus felizes proprietários e eles possam desfrutar por muito tempo de tão maravilhoso benefício.
Não há nada mais confortante do que ficar livre do aluguel que vence a cada trinta dias. Um bicho papão real, que deita e levanta com o inquilino, vigia o nosso bolso e a conta salário. E não dá tréguas para ninguém.
Ou pra quem não  mora de aluguel, mas de favor ter a sua própria  moradia é fenomenal.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

DIABETES NÃO É BRINCADEIRA

DIABETES

Quem quer se livrar deste mal?


 O nome é muito feio. Um dia, lá no Rio de Janeiro, alguém  me disse que diabetes são as bailarinas do diabo. Fiquei espantada, mas tive que concordar com a pessoa que disse isso. Afinal essa doença é mesmo diabólica. Ela destrói os órgãos internos dos portadores da mesma. Pode causar cegueira, coma e levar o paciente a morte em dois tempos. 
Não é que a diabetes é assim. A doença é crônica e incurável. O portador pode amenizar o seu avanço através do controle não apenas no consumo do açúcar, mas de muitas maneiras como a pratica de exercícios físicos, alimentação balanceada, evitar o tabagismo e as bebidas alcoólicas.
Hoje, 14 de novembro, é o Dia Mundial da Diabetes. A data foi instituída em 1991 pela Federação Internacional de Diabetes (IDF) em parceria com a Organização Mundial de Saúde (OMS) e referendada em 2006 pela Organização das  Nações Unidas (ONU), que reconheceu a diabetes como uma doença crônica e de alto custo mundial.
No  mundo todo, em 2012, eram 371 milhões de doentes conhecidos na faixa etária dos 20 aos 79 anos. Hoje, possivelmente o IDF Diabetes Atlas, da Federação Internacional  de Diabetes  divulgue os números atualizados. O mal é crescente.
No Brasil são 13.4 milhões. Nosso verde e amarelo ocupa a quarta posição entre os países com maior concentração de doentes, ficando atrás da China, Índia e Estados Unidos. Quando fatiamos os dados para o Norte brasileiro, o Ministério da Saúde nos informa que    Rondônia está em quarto lugar, tendo a sua frente o Pará, Tocantins e Amazonas.

Dados de 2012 -MS/ Sesau-RO
Regionalizando um pouco mais o mesmo MS nos informa, ainda com base em dados do ano passado, que Porto Velho detém 27% dos pacientes diabéticos no Estado, ficando as posições seguintes com Ji-Paraná, que tem 25%; Ariquemes com 15%; Rolim  de Moura e Cacoal, com 12%  cada um   e Vilhena com 9%. Em todo o Estado, de acordo com o Ministério da Saúde  foram 153 mil casos em 2012.
Tratar a doença não é muito fácil. Há duas formas  de diabetes, o tipo 1, que em geral ataca crianças, adolescentes e jovens e que em geral precisam da aplicação permanente de insulina injetável. E o tipo 2, que acomete os adultos, especialmente a partir dos 40 ou 45 anos. Vida sedentária, obesidade são algumas portas que levam direto para a diabetes do tipo 2.

Então o negócio é fazer reeducação alimentar, correr, se exercitar para fugir dessa, que parece ser uma peste que a cada dia envolve mais e mais pessoas.